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Comer, orar, amar.

comer, orar, amar

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Dia do pai

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Vieste do fim do mundo

Subiste para o quarto
de andar tão mole e farto
de beijos e de rum
a noite ardeu
cobri-me em tatuagens
dissolvi-me em viagens
com pólvora e perdões tomaste
o meu navio que agora é teu.

 

Mais ou menos assim…

Mas há mais: http://lounge.obviousmag.org/esconderijo/2012/12/inventario-de-tipos-humanos.html

 

Quotidianos

Nos romances antigos havia umas primas pobres e velhas que iam de visita, repetindo com timidez os casacos puídos, e se sentavam a debicar um bolinho lento como se não fosse o único da semana ou do mês. Era assim muito literária essa mistura de penúria e dignidade. Depois, como já não se escrevem romances antigos, as primas pobres e velhas foram visitar o quotidiano e debicam com timidez um bolinho puído. Debicamos.

Ivone Mendes da Silva

R.I.P Phillip Seymour Hoffman

Quebramos os dois.

Era eu a convencer-te de que gostas de mim,
Tu a convenceres-te de que não é bem assim.
Era eu a mostrar-te o meu lado mais puro,
Tu a argumentares os teus inevitáveis.

Eras tu a dançares em pleno dia,
E eu encostado como quem não vê.
Eras tu a falar p’ra esconder a saudade,
E eu a esconder-me do que não se dizia.

Afinal…
Quebramos os dois afinal.
Quebramos os dois.

 

Das virtudes da leitura

 «A literatura não salva», costuma dizer-se, muitas vezes apenas para contrariar um certo proselitismo de miss universo de alguns cândidos amantes da leitura. Mas em minha opinião, salva. E não precisa de finais felizes. Salva mesmo quando é dura, triste, deprimente, terrível. Para citar com liberdade Steiner, a leitura responde tautologicamente à questão «quem somos e o que andamos aqui a fazer». Ou evita as aguilhoadas dessa inquietante questão mantendo-nos prazerosamente ocupados a tentar encontrar nos livros a resposta. Salva dessas duas maneiras.
A literatura não impede os crimes, nem as guerras, nem nada disso, desiludam-se. Um torcionário pode fazer o seu trabalho ao som da melodia mais doce de Tchaikovsky e entre dois capítulos de Sebald. Mas desconfio que o fará ainda mais facilmente se for o único a ler Sebald. Devemos ler por uma questão de equidade, para estarmos à altura dos nossos verdugos.

Praxes

The first thing you must realise is that power is collective. The individual only has power in so far as he ceases to be an individual”
– George Orwell, 1984

 

People who read books in public places are regarded with suspicion because they appear self-sufficient. When you seem self-sufficient, other people think that you think you’re better than them, and they get resentful.

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Da minha amiga – Cláudia.

Obrigada, Cláudia, por partilhares comigo pedaços da tua vida. Sei que foste criteriosa na escolha e eu uma privilegiada pela consideração.

Aquele abraço.

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Bom Ano

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Lembrar-me que inevitavelmente terei que morrer é a mais importante ferramenta que eu alguma vez encontrei para me ajudar a fazer as grandes escolhas na vida. Porque praticamente tudo – todas as nossas expectativas externas, todo o nosso orgulho, todo o nosso medo do embaraço ou fracasso – todas estas coisas simplesmente caem em face da morte, deixando apenas aquilo que é realmente importante. Lembrares-te que mais cedo ou mais tarde vais morrer é a melhor forma que eu conheço de evitar a armadilha de que temos alguma coisa a perder. Nós já estamos nus. Não existe nenhuma razão para não seguirmos o nosso coração.

Steve Jobs

BE HAPPY!!!

Votos para 2014.

2013 in review

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2013 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

A San Francisco cable car holds 60 people. This blog was viewed about 2,100 times in 2013. If it were a cable car, it would take about 35 trips to carry that many people.

Click here to see the complete report.

Dois santos da minha devoção.

Canção de Zambujo inspirada no livro de Valter Hugo Mae.

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Feliz Natal.

Feliz Natal.

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Winter is coming

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