Um discurso no feminino

The isolation of every human soul and the necessity of self-dependence must give each individual the right, to choose his own surroundings.

No matter how much women prefer to lean, to be protected and supported, nor how much men desire to have them do so, they must make the voyage of life alone, and for safety in an emergency they must know something of the laws of navigation.

We come into the world alone, unlike all who have gone before us; we leave it alone under circumstances peculiar to ourselves

Nature never repeats herself, and the possibilities of one human soul will never be found in another.

And yet, there is a solitude, which each and every one of us has always carried with him, more inaccessible than the ice-cold mountains, more profound than the midnight sea; the solitude of self. Our inner being, which we call ourself, no eye nor touch of man or angel has ever pierced. It is more hidden than the caves of the gnome; the sacred adytum of the oracle; the hidden chamber of eleusinian mystery, for to it only omniscience is permitted to enter.

Such is individual life. Who, I ask you, can take, dare take, on himself the rights, the duties, the responsibilities of another human soul?

Solitude of Self

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5 responses

  1. And yet, so many of us just want to find someone who will take that responsability on. Not because they’re not independent, but because they feel they don’t belong, or aren’t seen.

    Outubro 6, 2011 às 9:25 pm

  2. A real soul is too much weight to carry on your own.

    Outubro 6, 2011 às 9:26 pm

  3. Helena Gomes

    Quando tiveres oportunidade, lê o artigo todo. Um discurso brilhante, no meu entendimento, sobre a importância da mulher. Só retirei alguns excertos para despertar curiosidades…

    Outubro 6, 2011 às 9:33 pm

  4. A minha está despertíssima. 🙂

    Outubro 6, 2011 às 9:41 pm

  5. Helena Gomes

    eu sei, eu sei, mas eu também acho que é no fundo de nós mesmos, naquele espaço inatingível pelo outro, que nós nos reencontramos. É aí que sofremos e limpamos as nossas feridas e é também aí que sentimos aquelas borboletas que nos fazem voar.

    Outubro 6, 2011 às 9:53 pm

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