Archive for Fevereiro, 2011

Nós literários

Há livros para lermos, outros para coleccionarmos, outros ainda para nos fazerem companhia, e até há alguns só para mostrarmos. Para a vida há só um, e não vale a pena procurá-lo — ele há-de aparecer. Em relação às pessoas, passa-se exactamente o mesmo.

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Fórmulas Exactas


CURSO DE FORMAÇÃO DE MARIDOS

CURSO DE FORMAÇÃO DE MARIDOS
Objectivo pedagógico:

São 4 módulos:

Módulo 1: Introdução (Obrigatório)

1 – Aprender a viver sem a mãe. (2.000 horas)

2 – A Minha mulher não é minha mãe. (350 horas)

3 – Entender que não se classificar para o Mundial não é a morte. (500 horas)

Módulo 2: Vida a dois

1 – Ser pai e não ter ciúmes do filho. (50 horas)

2 – Deixar de dizer impropérios quando a mulher recebe as suas amigas. (500 horas)

3 – Superar a síndrome do ‘o comando é meu’. (550 horas)

4 – Não urinar fora da sanita. (1000 horas – exercícios práticos em vídeo)

5 – Entender que os sapatos não vão sozinhos para o armário. (800 horas)

6 – Como chegar ao cesto de roupa suja. (500 horas)

7 – Como sobreviver a uma constipação sem agonizar. (450 horas)

Módulo 3: Tempo livre

1 – Passar uma camisa em menos de duas horas. (exercícios práticos)

Módulo 4: Curso de cozinha

1 – Nível 1. (principiantes – os eletrodomésticos) ON/OFF = LIGA/DESLIGA

2 – Nível 2. (avançado) Minha primeira sopa instantânea sem queimar a Panela.

3 – Exercícios práticos Ferver a água antes de por o esparguete.

Cursos Complementares

Por razões de dificuldade, complexidade e entendimento dos temas, os cursos terão no máximo três alunos.

1 – A eletricidade e eu: vantagens económicas de contar com um técnico competente para fazer reparos.

2 – Cozinhar e limpar a cozinha não provoca impotência nem homossexualidade. (práticas em laboratório)

3 – Porque não é crime presentear com flores, embora já se tenha casado com ela. (muuuito importante)

4 – O rolo de papel higiénico: Ele nasce ao lado da sanita?

(biólogos e físicos falarão sobre o tema da geração espontânea)

5 – Como baixar a tampa da sanita passo a passo. (teleconferência)

6 – Porque não é necessário agitar os lençóis depois de emitir gases intestinais. (exercícios de reflexão em dupla)

7 – Os homens a conduzir, podem SIM, pedir informação sem se perderem ou correr o risco de parecerem impotentes. (testemunhos)

8 – O detergente: doses, consumo e aplicação. Práticas para evitar acabar com a casa.

9 – A máquina de lavar roupa: esse grande mistério.

10 – Diferenças fundamentais entre o cesto de roupas sujas e o chão (exercícios com musicoterapia)

11 – A chávena de café: ela levita, indo da mesa ao lavatório? (exercícios Dirigidos por Mister M)

12 – Analisar detidamente as causas anatómicas, fisiológicas e/ou psicológicas que não permitem secar a casa de banho depois do banho.

O curso é gratuito para homens solteiros e para os casados damos bolsas.


The perfect girl


hey you.


The Black Swan

Os papéis perfeitos acontecem quando acreditamos neles.


Dia dos Namorados

Ups…já passou?!


Tipologias

Pequena tipologia sexual feminina

Há a frígida, que não se interessa, ou gosta pouco, ou acumulou más experiências. Há a burguesa, que tem uma libido mediana e que deseja intimidade, compromisso e maternidade. Há a sedutora, que vive em função do feedback gerado pelo seu aspecto físico. Há a espevitada, que por divertimento, instabilidade ou provocação anuncia a todos a sua promiscuidade fantasiosa ou verdadeira.

Pequena tipologia sexual masculina

Há o ingénuo, que tem pouca ou nenhuma experiência sexual, que sofre de excesso de educação religiosa ou pouca libido, que é desajeitado, desinteressado, que não está à vontade com a existência da sexualidade. Há o romântico, que acredita que uma relação sexual deve fazer parte de uma relação amorosa, acredita mesmo nisso, seja por moralismo ou literatice, tem essa característica algo «feminina», algumas mulheres apreciam isso, os outros homens suspeitam. Há o agressivo, que gosta da violência congénita à conquista e ao coito, que vive obcecado com a sua «virilidade» e a fama social que ela granjeia; é nos agressivos que encontramos os homens «bons na cama» e os misóginos. Há o perverso, que não reprime as suas fantasias nem as deixa apenas no reino da fantasia, e que pode ser um libertino, um sádico ou um criminoso.

Pedro Mexia 


Se Non Ora Quando


Estou chocada

NOVE ANOS NOVE ANOS NOVE ANOS NOVE ANOS NOVE ANOS

Que país é este em que as obrigações fiscais se sobrepõem aos direitos de cidadania?!


Quero um Novo Mundo



Histórias da minha vida

Ao visitar alguns blogues terapêuticos, deparei-me com a imagem desta grandiosa árvore, um IMBONDEIRO, e lembrei-me de uma vivência de infância que ainda hoje recordo com um certo misticismo.

Perto de minha casa em Luanda, vivia um velho senhor dentro de um imbondeiro. Nós, as crianças, despachávamos os compromissos escolares para podermos ir brincar para perto da árvore e ouvir as histórias mágicas que o velho João nos contava. Ficávamos fascinados a ouvi-lo e boquiabertos quando iniciava o ritual do cigarrinho. Enrolava um pequeno cigarro que acendia nuns restos de carvão em brasa e depois num golpe de mestre enrolava a língua de forma a que a parte acesa do cigarro desaparecesse dentro da sua boca. Maravilhados, víamos o cigarro aparecer e desaparecer continuamente. Só podia ser Macumba. O velho João vivia de biscates. Lavava uns carros, tratava dos quintais, disponibilizava-se para tudo aquilo que lhe desse uns troquitos para o tabaco e alguns víveres. E nós sempre atrás dele, desejosos de mais encantamentos. Uma manhã de um qualquer fim-de-semana, espreitando pelo tronco do imbondeiro, reparámos que a vela que o iluminava à noite, quando fechava a porta da árvore, se mantinha acesa. Chamámos e pela primeira vez, não veio ter connosco. O funeral durou uma série de dias num misto de choro, dança, música e o olhar consternado de uma série de crianças que à distância iam perdendo a sua ingenuidade.


Livro

…Foi então que a Sidonie me disse que não lia livros, não sabia escolher leituras.

A partir da semana seguinte a educação literária de Sidonie teve início: eu ia a casa dela, (…) levava-lhe um livro e fazíamos sexo; voltava daí a algumas semanas para me ser devolvido o livro e fazíamos sexo; na semana seguinte, levava-lhe outro livro e fazíamos sexo; e assim sucessivamente.

Ao longo de dois anos, a Sidonie leu… Creio que ficou com uma cultura romenesca razoável.

José Luís Peixoto


O tempo da vida

O tempo pareceu-lhe lento como uma vida: nascer, ser rapariga, ser mulher com a memória de ser rapariga, ser velha com a memória de ser rapariga e de ser mulher, morrer.

Livro – José Luís Peixoto


Coisas que nunca deverão mudar em Portugal

Artigo do Embaixador da GB ao deixar Portugal 

Portugueses: 2010 tem sido um ano difícil para muitos; incerteza, mudanças, ansiedade sobre o futuro. O espírito do momento é de pessimismo, não de alegria. Por isso permitam-me, em vésperas da minha partida pela segunda vez deste pequeno jardim, eleger dez coisas que espero bem que nunca mudem em Portugal.

1. A ligação intergeracional. Portugal é um país em que os jovens e os velhos conversam – normalmente dentro do contexto familiar. O estatuto de avô é altíssimo na sociedade portuguesa – e ainda bem. Os portugueses respeitam a primeira e a terceira idade, para o benefício de todos.

 2. O lugar central da comida na vida diária. O almoço conta – não uma sandes comida com pressa e mal digerida, mas uma sopa, um prato quente etc, tudo comido à mesa e em companhia. Também aqui se reforça uma ligação com a família.

3. A variedade da paisagem. Não conheço outro pais onde seja possível ver tanta coisa num dia só, desde a imponência do rio Douro até à beleza das planícies do Alentejo, passando pelos planaltos e pela serra da Beira Interior.

4. A tolerância. Nunca vivi num país que aceita tão bem os estrangeiros. Não é por acaso que Portugal é considerado um dos países mais abertos aos emigrantes pelo estudo internacional MIPEX.

5. O café e os cafés. Os lugares são simples, acolhedores e agradáveis; a bebida é um pequeno prazer diário, especialmente quando acompanhado por um pastel de nata quente.

6. A inocência. É difícil descrever esta ideia em poucas palavras sem parecer paternalista; mas vi no meu primeiro fim de semana em Portugal, numa festa popular em Vila Real, adolescentes a dançar danças tradicionais com uma alegria e abertura que têm, na sua raiz, uma certa inocência.

7. Um profundo espírito de independência. Olhando para o mapa ibérico parece estranho que Portugal continue a ser um país independente. Mas é e não é por acaso. No fundo de cada português há um espírito profundamente autónomo e independentista.

8. As mulheres. O Adido de Defesa na Embaixada há quinze anos deu-me um conselho precioso: “Jovem, se quiser uma coisa para ser mesmo bem feita neste país, dê a tarefa a uma mulher”. Concordei tanto que me casei com uma portuguesa.

9. A curiosidade sobre, e o conhecimento, do mundo. A influência de “lá” é evidente cá, na comida, nas artes, nos nomes. Portugal é um pais ligado, e que quer continuar ligado, aos outros continentes do mundo.

10. Que o dinheiro não é a coisa mais importante no mundo. As coisas boas de Portugal não são caras. Antes pelo contrário: não há nada melhor do que sair da praia ao fim da tarde e comer um peixe grelhado, acompanhado por um simples copo de vinho.


Matança na vizinhança

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Sorria

Não sorriu às 8h ou às 9h da manhã, nem às 18h?  Sorria agora e relaxe. É fim-de-semana!!!

Smile though your heart is aching
Smile even though it’s breaking
When there are clouds in the sky, you’ll get by
If you smile through your fear and sorrow
Smile and maybe tomorrow
You’ll see the sun come shining through for you

Os Sonhos

O canto que vem da nossa alma
É antigo, é ritual e é profundo;
é anterior ao começo do mundo
O canto que vem da nossa alma.

A vida é tão simples na visão dos Deuses
Só é complicada para toda a humanidade;
Vivemos num gueto chamado sociedade
A vida é tão simples na visão dos Deuses

Os sonhos são bons para os que ainda sonham
No caso concreto quando foi, já não me lembro;
Talvez fosse em Abril, talvez fosse em Setembro
Os sonhos são bons para os que sonham.

Fernando Girão

Cairo

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