SENSE AND SENSIBILITY

Adorei o filme, Claudia. Que sorte a minha ter como amigas, pessoas cheias de sensibilidade e bom-senso.

Projecto-me  em algumas das personagens do filme ou se calhar todas elas são o alter ego de cada uma de nós. Que bom seria estar fisicamente perto das pessoas com as quais me identifico, para podermos fazer um clube de leitura, seria o nosso Graal.

O fim do filme é que me pareceu um pouco uma comédia romântica. O happy ending não terá que ser necessariamente assim… dependemos assim tanto de outra pessoa para sermos um todo?!

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2 responses

  1. Tu nem me digas nada… Não querendo ser elitista (ou até quero!), mas já não paciência para conversinhas de caca. Conversas inteligentes, francas e bem fundamentadas é o que se precisa.

    Mas, adiante – relativamente ao filme. Tens razão, todas as mulheres do filme reflectem as nossas várias facetas e até as várias fases de crescimento passadas, presentes e, talvez, futuras.

    Quanto ao happy ending, é filme. E é um filme que gira à volta das obras da Jane Austen, que sempre defendeu que as suas “mulheres” teriam sempre um final feliz. Sabes, a mim confortam-me os happy endings, não porque a minha felicidade dependa de um homem, mas porque a esperança de algo mais do que o comum dá-me forças para esticar os limites à minha vida, percebes?

    Se eu não procurar o colorido para a minha vida, então a apatia cinzenta da dor, angústia e vazio quotidianos vence. And I am a very poor loser! 😉 Os happy endings, em filmes ou livros, ajudam-me a não perder de vista o tal colorido que desejo.

    Respondendo à tua pergunta, só posso falar por mim: eu definitivamente dependo de outras pessoas para ser um todo – é verdade que sobrevivo sozinha, mas para realmente viver, com tudo a que tenho direito e quero, preciso de amor, de me sentir ligada ao mundo. Essa ligação só a consigo ter com as pessoas que fazem parte do meu mundo: família, amigos verdadeiros e nos (poucos9 homens que amo.

    (Ena, que testamento!) 😀

    Um abreijo, amiga*

    Fevereiro 4, 2010 às 1:48 am

  2. Correcções:

    *… já não há paciência…

    *… nos (poucos) homens…

    Fevereiro 4, 2010 às 1:51 am

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